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Uso da Ritalina (Metilfenidato): Perigos da automedicação
Durante a década de 50 na medicina na área de psiquiatria, ampliou seu
conhecimento em uso de psicofármacos em neurociências para tratamento
neurológico, com o passar dos tempos foi descobrindo tratamento para
diversas doenças, em 1955 foi lançado um medicamento chamado Ritalina®,
seu nome comercial. O fármaco conhecido popularmente como Ritalina® é
usado para tratamento de transtorno psicológico, social e educacional
direcionado para pacientes com o TDAH.
Com a chegada do novo medicamento no mercado teve o intuito de
melhorar o desempenho na atenção e cognição do indivíduo, despertando o
interesse em estudante e profissionais de várias áreas, mesmo sem
diagnóstico clínico neurológico para o uso da Ritalina® pois a mesma era vista
como um medicamento “milagroso”.
O uso do metilfenidato tem sido usado por muitos acadêmicos para
passar noites estudando, essa prática é conhecida como (doping mental), e
apesar de alguns terem conhecimento sobre a droga, desconhecem seus
efeitos colaterais. Com tantos apelidos diferentes como a “pílula da
inteligência”, “pílula da obediência”, dentre outros e com muitas promessas, o
importante é deixar claro que o abuso dessa droga gera graves consequências.
O que seria uma melhora no desempenho cognitivo se torna algo que ameaça
à integridade cerebral.
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