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EDE UNICSUL |
O USO DE NUTRACÊUTICOS NO TRATAMENTO DE MELASMA: UMA REVISÃO DE LITERATURA
RESUMO- A pele é o sistema responsável por regular a entrada e saída de substâncias no corpo, e enfrenta danos tanto de dentro quanto de fora, resultando em alterações visíveis, como as discromias. O melasma, que é uma forma crônica de hipermelanose adquirida, é caracterizado por manchas simétricas que apresentam diferentes tonalidades. A principal causa desse quadro é a exposição ao sol, mas também se relaciona a fatores hormonais, genética e certas proteínas ligadas à tirosinase. Por ser uma condição recorrente, o tratamento do melasma apresenta desafios e foca na prevenção, no clareamento das manchas e na diminuição da superfície afetada, buscando minimizar efeitos colaterais. Os nutracêuticos, têm sido alvo de estudos como uma alternativa no tratamento do melasma, ajudando a proteger contra a radiação UV e a reduzir a atividade dos melanócitos e a produção de melanina. O objetivo desta revisão foi reunir informações sobre o melasma e examinar as opções de tratamentos orais que podem ser empregados por farmacêuticos clínicos, como terapia complementar. Foi realizada uma revisão nas bases de dados SciElo, PubMed, Google Acadêmico, além de periódicos com reconhecimento científico e artigos clássicos relevantes, tanto em inglês quanto em português, e também em livros técnicos e teses relacionadas ao tema, abrangendo o período de 1990 a 2025. A conclusão é que os nutracêuticos podem ser eficazes de forma complementar no tratamento do melasma, ajudando na prevenção e na melhora dessa condição dermatológica, o que sugere que esta abordagem é uma nova e promissora opção terapêutica.
PALAVRAS-CHAVE: Nutracêuticos. Envelhecimento cutâneo. Antioxidantes. Melasma. Manchas na pele.
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