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IMPLICAÇÕES NA COVID-19 E ESTUDO DA COAGULOPATIA E
MECANISMOS DE TROMBOINFLAMAÇÃO EM PACIENTES COM
QUADRO GRAVE: UMA REVISÃO
O primeiro vírus da COVID foi isolado em 1965. Em 2002 houve os
casos iniciais de óbitos, mas somente em 2020, com a COVID-19 foi diagnosticada a
coagulopatia como um dos fatores determinante na gravidade da doença, com mais de
7 milhões de mortes contexto mundial e no Brasil com mais de 700 mil mortes até
março de 2024. Para pesquisa foi analisado vários artigos e adicionando-os com
dados temporais de 2020 a 2024 e artigos anteriores com conexão na evolução da
mutação viral. O desequilíbrio da hemostasia ocorreu na COVID-19 de forma
exacerbada, isto gerou formações de vários microtrombos ao mesmo tempo com a
resposta imune desregulada desencadeando a imunotrombose. Os pacientes graves
com exames de D- dímeros alterados acima do basal e com morbidades foram um dos
preditores cruciais de gravidade na COVID-19. A imunização frente à pandemia foi
fundamental na diminuição em relação aos pacientes com casos de coagulopatia e na
evolução para óbitos.
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