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SAÚDE
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Impacto da Atividade Física na luta contra a hipertensão em idosos

A hipertensão arterial sistêmica é um problema de saúde pública no Brasil, aproximadamente
60% das pessoas acima dos 60 anos são portadores de hipertensão. A Organização Mundial da
Saúde (OMS) define o idoso a partir da idade cronológica, sendo assim, idosa é aquela pessoa
com 60 anos ou mais, em países em desenvolvimento e com 65 anos ou mais em países
desenvolvidos. O objetivo deste estudo é verificar o impacto do exercício físico em indivíduos
hipertensos e mostrar como a atividade física pode diminuir os efeitos da hipertensão arterial
sistêmica (HAS) associada a outros fatores e tratamentos. Este estudo utilizou a metodologia
de revisão literária. Foi realizado um levantamento bibliográfico nas bases de dados SciELO e
LILACS. Optou-se por textos em português e as palavras-chave utilizadas, concomitantemente,
foram: hipertensão, idoso e atividade física. No total 20 artigos foram incluídos. Foram
descartados os artigos de revisão e os que não estavam de acordo com a temática da pesquisa
e selecionados 17 artigos. Bragantini et al (2021), Moraes et al (2012), Terra el al (2008) e
Barroso et al (2008) apresentaram estudos longitudinais e chegaram a resultados semelhantes,
todos os voluntários dos estudos tiveram redução de pressão arterial sistólica e diastólica. Os
mesmos autores utilizaram prescrição diferenciada de exercício físico respectivamente:
exercícios aeróbicos; treinamento físico multifuncional (treinamento aeróbico, força,
flexibilidade e equilíbrio); exercício aeróbico e resistido; exercício aeróbio na bicicleta e esteira
e treinamento resistido com pesos. Os estudos com efeito hipotensivo pós exercício diferem na
orientação da atividade física, apesar de conseguirem os mesmos resultados. Estes sugerem que
a "atividade física regular" pode promover um controle da pressão arterial, caso praticada com
uma periodicidade maior, como ratificado nos estudos longitudinais. Os estudos concluíram
que pacientes idosos hipertensos que praticam atividade física, como primeira linha de
intervenção, tiveram melhores resultados do que pacientes que não o fizeram. Logo, concluise que a atividade física é o tratamento não farmacológico mais eficaz nesse tratamento.

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ISSN: 2446-9467 QUALIS LEVEL B5 (2015) in Physical Education and Education

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