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ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO EMPREGADAS PELOS ENFERMEIROS NO CUIDAR À CRIANÇA COM CÂNCER EM FASE TERMINAL
No mundo o câncer infantil é raro quando comparado com o câncer em adultos, apresentando incidência anual entre 70 e 160 casos por milhões de habitantes de 0 a 14 anos. Aproximadamente 4% de mortes a cada ano é em decorrência do câncer pediátrico. A perspectiva de cura dos pacientes com câncer melhorou, mas apesar dos imensos esforços realizados pelos profissionais da saúde, alguns desses pacientes morrerão. A enfermagem é uma profissão comprometida justamente com a proteção, promoção da saúde, prevenção de doenças e alívio do sofrimento por meio dos cuidados prestados ao paciente sem possibilidade de cura (PARENTONI, 2015). Assim fez-se necessário o conhecimento da atuação do enfermeiro dentro desse contexto. Objetivo: analisar e descrever as percepções subjetivas e a atuação técnica dos enfermeiros no cuidar à criança com câncer em fase terminal. Método: estudo bibliográfico, descritivo usando o método da revisão integrativa da literatura para coleta e análise dos dados. Resultados: apreendeu-se que os enfermeiros, ao assistir a criança com câncer em fase terminal, lidam com uma experiência desgastante e triste, mas buscam um cuidado humanístico, integrado a cada criança, expressando seus sentimentos a partir do estabelecimento de confiança, respeito e diálogo, sendo sensíveis ao sofrimento humano, o que faz com que essa experiência seja enriquecedora para eles em seu próprio contexto de vida. Conclusão: evidencia a necessidade de capacitação profissional e apoio psicológico aos profissionais que atuam no cuidado a esta clientela e a valorização dos aspectos subjetivos nos cuidados.
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