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COMPARAÇÃO NOS PROCESSOS DE DISPENSAÇÃO E ERROS DE MEDICAÇÃO ENTRE HOSPITAIS: A IMPORTÂNCIA DO FARMACÊUTICO NA GARANTIA DA ACURACIDADE, NA GESTÃO DA FARMÁCIA HOSPITALAR E GESTÃO DE ESTOQUE.
A pesquisa verificou que o uso do canabidiol apresenta potencial significativo como terapia complementar para indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), demonstrando melhorias em comportamentos desafiadores e interação social. No entanto, ainda são necessários mais estudos para validar sua eficácia e segurança a longo prazo. Observou-se que a Cannabis sativa pode ser uma opção terapêutica eficaz, com efeitos adversos leves em comparação à terapia convencional. Entretanto, é essencial monitorar as interações medicamentosas, uma vez que os canabinóides são metabolizados pelo citocromo P450. Além disso, o acompanhamento médico contínuo é crucial para assegurar a dosagem adequada e evitar efeitos colaterais. Portanto, o tratamento com canabidiol deve ser conduzido com cautela e sob supervisão profissional para garantir a segurança e eficácia, promovendo uma melhor qualidade de vida e maior autonomia para os pacientes. A continuidade da pesquisa, com estudos mais amplos e rigorosos, é essencial para estabelecer diretrizes clínicas claras e seguras para o uso do canabidiol no tratamento do TEA.
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